Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL
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sábado, 17 de janeiro de 2009

ANGOLA MELHORA MAS MANTÉM-SE O MENOS LIVRE DOS PAÍSES DE LINGUA PORTUGUESA

Angola continua a ser o país de língua portuguesa onde são menores os direitos políticos e a liberdade cívica dos cidadãos, apesar das eleições legislativas de 2008 terem criado uma tendência positiva, afirma a organização não-governamental Freedom House e referido pelo Angola Digital
No ranking "Liberdade no Mundo em 2009", Angola é o único país da CPLP enquadrado na categoria dos "não livres".
As categorias que incluem mais países de língua portuguesa são as de "parcialmente livres" - Guiné-Bissau, Timor-Leste e Moçambique - e livres - Portugal, Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

LIBERDADE DE CIRCULAÇÃO



A ideia de uma comunidade de cidadãos com direitos iguais no espaço CPLP, a prazo, pode ser uma realidade, mas isso demora muito tempo", disse Luís Amado, novo presidente do Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa!
Entretanto, na Cimeira da CPLP o ex-presidente brasileiro Itamar Franco pediu uma condenação unânime à política de imigração da UE, nomeadamente à directiva do retorno que vem facilitar a expulsão e detenção prolongada de imigrantes. O governo português, pela voz do secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, garantiu que Portugal vai opor-se a qualquer resolução nesse sentido.
Estamos assim perante um paradigma de total consonância entre a voz do dono e o seu eco isto é,Luis Amado, ministro dos negócios estrangeiros, por um lado e João Gomes Cravinho, por outro.
IMAGEM DAQUI