Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL
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sábado, 27 de dezembro de 2008

RECEITA DE NATAL


Na receita de Natal, José Sócrates voltou a usar o optimismo como tempero para cozinhar a crise.
Com o sacrifício e a penalização costumeira dos trabalhadores, o seu governo produziu reformas e derrotou o défice.
Sobre o momento actual, nada de novo. As explicações do costume flambejadas de auto-elogios, guarnecidas da transferência, das responsabilidades politicas, para a crise internacional
A socialização dos prejuízos é um produto de difícil digestão.
Depois, o subsidio de desemprego: receando azedar a confecção de tão criativa receita, o Grande Chefe optou por o ignorar.
Há sempre estômagos que resistem, e há sempre alguém predisposto a ingerir mais um prato de lentilhas
IMAGEM DAQUI