Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

25 ANOS DE LUTA E CRESCIMENTO DO MOVIMENTO CAMPESINO BRASILEIRO

A hegemonia do capital financeiro e das transnacionais sobre a agricultura, não conseguiu, felizmente acabar com o MST. Por um único motivo. O agro-negócio não representa solução para os problemas dos milhões de pobres que vivem no meio rural. E o MST é a expressão da vontade de libertação desses pobres.
Agora, as mudanças no campo, para combater a pobreza, a desigualdade e a concentração de riquezas, depende de mudança não só da propriedade da terra, mas também do modelo de produção. E se agora, os inimigos são também as empresas internacionalizadas, que dominam os mercados mundiais. Significa também que os camponeses dependerão cada vez mais das alianças com os trabalhadores da cidade para poder avançar nas suas conquistas.
Felizmente, o MST adquiriu experiência nesses 25 anos. Sabedoria necessária para desenvolver novos métodos, novas formas de luta de massa, que possam resolver os problemas do povo.(excerto de texto de
João Pedro Stedile membro da Coordenação Nacional do MST)

terça-feira, 8 de julho de 2008

OSTRACIZAÇÃO DO MST


Os interesses por trás da criminalização dos movimentos sociais

Para além da imprescindível defesa do MST e da Via Campesina, uma ampla campanha contra a criminalização dos movimentos, em defesa das greves e do direito de manifestação e organização dos trabalhadores precisa ser um dos temas centrais da agenda do movimento (Fernando Silva - Correio da Cidadania)

sábado, 5 de julho de 2008

MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA


Vídeo sobre o MST, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, movimento para obtenção da terra entre os fazendeiros do Brasil ,na região do nordeste do Brasil. Video disponibilizado por Arcoiris TV. Veja aqui