Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL
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quarta-feira, 1 de abril de 2009

DIA DAS MENTIRAS NA HORA DA VERDADE

Enquadrada na semana de mobilização convocada pelo Fórum Social Mundial, realizam-se em todo o mundo ,entre os dias 28 de Março e 4 de Abril, manifestações contra a crise
Em Portugal, a Rede "Que Alternativas", criada na sequência da Cimeira Alternativa África-Europa, que se realizou em Lisboa, em Dezembro de 2007, promove esta quarta-feira uma acção simbólica de denúncia das mentiras que alimentam e desculpabilizam um sistema económico injusto
O FSM , defende um novo modelo económico e social e está particularmente atento à cimeira que quinta-feira reunirá em Londres o grupo dos vinte países mais desenvolvidos G20 (sete países mais industrializados do mundo, 12 economias emergentes e a União Europeia)
No Dia das Mentiras, a Rede “Que Alternativas”, evocará as petas mais populares. Eis dois exemplos:

“A crise e a escassez de fundos obriga o Governo a privatizar serviços básicos como a saúde, segurança social e educação”

“O dinheiro público deve ser usado para salvar todo e qualquer banco, independentemente da sua dimensão e do tipo de negócios em que se envolve”

Frente às falsas soluções apresentadas por empresas, bancos e governos para sair da crise, outras manifestações, como já se referiu,terão lugar por todo o mundo. Acompanhe o que acontece noutros locais (Europa e América Latina), clickando aqui 

IMAGEM DAQUI

segunda-feira, 17 de novembro de 2008