Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

terça-feira, 10 de julho de 2007

IMAGENS DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE


3 comentários:

Agripino Armando disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
amilcar disse...

Os anticomunistas de sempre, redescobriram-se durante e após a derrota do socialismo na Europa de Leste e na União Soviética. Não citam, por ignorância e por alguma "coerência", marxistas de grande prestigio que durante décadas se insurgiram ante os desvios particularmente dos Partidos comunistas tradicionais.Estou a pensar em Paul Sweezy, em C.Bettelheim, P.Sartre, Samir Amin,Althusser,István Mészaros etc.,etc.

Anónimo disse...

Sim, provavelmente por isso e