Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

DOCKANEMA NO ROTEIRO DA CINEMATOGRAFIA EM ÁFRICA


Entre 14 e 23 de Setembro, as cidades de Maputo e Matola acolheram a 2ª edição do Dockanema, o festival que reuniu a produção mundial de filmes-documentários, com um olhar muito especial para África.
Foi o caso de “Bamako”, o filme que marcou o início de uma fascinante viagem pelas realidades, verdades e imaginários trazidos para a tela por mulheres e homens como o realizador Abderrahmane Sissako, uma das maiores referências no mapa cinematográfico africano.

Mas exactamente em que é que consiste o Dockanema? Quais os seus objectivos, de que panos é feito este evento que vai ainda na sua infância mas que já está a mexer em África e noutras paragens?

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