Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

domingo, 9 de setembro de 2007

ESPERANÇA DE VIDA: 32 ANOS SEPARAM PAÍSES RICOS E POBRES


O fosso na esperança de vida entre os países ricos e pobres está a aumentar, alerta a Organização Mundial de Saúde (OMS). Comparando os períodos 2000-2005 com 1970-1975, a conclusão a que chega é de que a esperança de vida nos países ricos, como a Inglaterra, aumentou sete anos, enquanto a dos países da África sub-sahariana aumentou apenas quatro meses. O estudo dá importância ao estatuto social das populações, considerado uma "causa das causas" da pobreza e que influencia a variação da esperança de vida em todo o mundo.

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