Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

EXECUTIVO DA BIRMÂNIA AVISA MONGES BUDISTAS


As manifestações estão a ser lideradas por monges budistas
Depois de vários dias de silêncio, as autoridades militares da Birmânia - também conhecida como Myanmar - tornaram pública esta segunda-feira a sua posição em relação às manifestações anti-governamentais em curso desde a semana passada.
Largos milhares de pessoas saíram às ruas das principais cidades do país para exigir a restauração da democracia nacional. Os protestos estão a ser liderados por monges budistas.
Testemunhas oculares dizem que pelo menos cem mil pessoas participaram em marchas pacíficas realizadas esta segunda-feira.

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