Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

MOÇAMBIQUE EXPORTAÇÕES ILEGAIS DE MADEIRA


O instinto neo-colonial em marcha
Segundo a BBCÁfrica, na província de Nampula há indicações de que significativas quantidades de madeira, incluindo preciosa, estejam a ser ilegalmente exportadas.
Este é um negócio extremamente lucrativo e na última meia década o volume de exportações de madeira não processada, subiu de cinco para quarenta e cinco mil metros cúbicos Leia aqui

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