Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

INTIMIDAÇÃO AOS SINDICATOS


O ministro Rui Pereira afirma que "não há indício de qualquer facto ilícito" na visita policial às instalações dum sindicato de professores na véspera da acção de protesto à visita de Sócrates. O líder da CGTP, Carvalho da Silva, esteve reunido com o ministro e acusa Sócrates de “comandar pessoalmente uma estratégia de ataque aos sindicatos”, exemplificando com os incidentes da Covilhã. Ontem, no Parlamento, Ana Drago e Manuel Alegre criticaram o "sufoco democrático" que se vive em Portugal.

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