Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

sábado, 19 de janeiro de 2008

MORRE EM PARIS O LIDER OPERÁRIO PIERRE LAMBERT


Um dos ícones do trotskismo francês, Pierre Boussel, 87, mais conhecido pelo pseudónimo Pierre Lambert, morreu em Paris, vítima de uma doença não revelada. Ele era tido como um dos ideólogos da esquerda operária na segunda metade do século passado.
"O camarada Pierre Lambert faleceu depois de ter lutado até as últimas forças contra a doença", anunciou em comunicado a seção francesa da 6ª Internacional (trotskista). "Até o fim, ele participou da luta pela emancipação operária", diz o texto.
Lambert foi candidato à presidência da República, em 1988. Ele obteve apenas 0,38% dos votos, sua maior derrota política.
Em 2001, revelou detalhes sobre o passado trostkista do então primeiro-ministro Lionel Jospin. "Fui eu quem autorizou sua entrada no partido socialista", disse Lambert

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