Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

domingo, 3 de agosto de 2008

PIRATAS DO CARIBE - EIXO DA ESPERANÇA

Tariq Ali é jornalista, escritor, historiador, cineasta e ativista político. Nascido em 1943 no Paquistão, atualmente vive na Inglaterra, onde colabora com diversos periódicos e é um dos editores da revista New Left Review. É especialista em política internacional e tem se destacado com análises sobre o Oriente Médio e a América Latina
Publicou mais de uma dezena de livros sobre história e política internacional: Bush na Babilônia: a Recolonização do Iraque, publicado no Brasil pela Editora Record, além de Confronto de fundamentalismo, Redenção e Mulher de pedra.
Em "Piratas do Caribe" ,Tariq Ali mostra como as visões do presidente venezuelano Hugo Chávez polarizaram a América Latina e contribuíram para a ascensão de uma esquerda democrática na região. O autor examina a hostilidade dirigida a essas administrações e discute a influência de Fidel Castro sobre o "Eixo da Esperança", que conta ainda com a Bolívia e o Equador.

1 comentário:

Con(ou sem)tigo disse...

Uma passagem rápida para deixar um OLÁ