Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

sábado, 27 de setembro de 2008

O BLOQUEIO A CUBA: UM ACTO DE GENOCÍDIO


O próximo 29 de Outubro a Assembleia Geral das Nações Unidas se pronunciará, pela décima sétima ocasião consecutiva, sobre a Resolução apresentada por Cuba titulada “Necessidade de pôr fim ao bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos de América contra Cuba.” O ano passado, 184 países, dos 192 que são membros da ONU, votaram a favor da Resolução que Cuba apresentou.
Os danos económicos directos causados a Cuba pela aplicação do bloqueio superam os 93 bilhões de dólares. A isso teria que se adicionar outros 54 bilhões de dólares ocasionados por agressões e actos terroristas perpetrados pelo governo dos Estados Unidos, e seus agentes mercenários durante quase meio século, contra a nação cubana. Confira aqui e aqui

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