Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

Segunda-feira, 31 de Maio de 2010

ISRAEL: UM ESTADO FORA DA LEI, UM REGIME SANGUINÁRIO

ATAQUE DE ISRAEL

"Eram embarcações civis, que levavam civis e bens civis - remédios, cadeiras de rodas, comida, materiais de construção - para os 1,5 milhão de palestinos isolados por Israel. Muitos pagaram com suas vidas”.

A “Frota da Liberdade” foi a segunda tentativa de romper o bloqueio à Faixa de Gaza, imposto por Israel desde 2007. Entre o final de 2008 e o início de 2009, Israel realizou um massacre àquele território palestino, que deixou cerca de 1500 mortos

MANIFESTAÇÃO HISTÓRICA EM LISBOA

MANIFESTAÇÃO 29 DE MAIO

300 mil pessoas  na manifestação nacional da CGTP-IN contra o PEC e a política de regressão social.

ASSINE A PETIÇÃO DA CGTP-IN


PROTESTO CONTRA POLITICAS DE AUSTERIDADE 

http://www.cgtp.pt/peticoes/2009/sociais/index.php

  • PELO ALARGAMENTO DA PROTECÇÃO NO DESEMPREGO
  • PELA REVOGAÇÃO DO FACTOR DE SUSTENTABILIDADE
  • PELA ALTERAÇÃO DAS REGRAS DE ACTUALIZAÇÃO DAS PENSÕES E PRESTAÇÕES
  • Sexta-feira, 28 de Maio de 2010

    POVO, NÃO BAIXES A CABEÇA

    POVO NÃO BAIXES A CABEÇA

    Pressione as imagens e aceda à sua origem

    CGTP MANIFESTAÇÃO CONTRA O DESEMPREGO

    Veja o vídeo

    Terça-feira, 25 de Maio de 2010

    OS MESMOS DE SEMPRE AGORA FINGEM-SE SURPREENDIDOS

    ACRÓPOLE

    Os mesmos indivíduos que assinaram o Tratado de Maastricht; os mesmos que defenderam com entusiasmo a perda da soberania monetária portuguesa com a adesão ao Euro; os mesmos que efectuaram privatizações selvagen; os mesmos que destruíram as duas maiores conquistas da Revolução de Abril – o Sector Empresarial do Estado e a Reforma Agrária –; os mesmos que alegremente endividaram o país de forma alucinante; os mesmos que dilapidaram as reservas ouro do Banco de Portugal (em 31/Dezembro/1974 havia 865.936 kg); os mesmos que promoveram a desindustrialização, com a destruição do tecido produtivo nacional e a liquidação de panos inteiros da economia (construção naval, siderurgia, pescas, metalurgia pesada, ...); os mesmos que restabeleceram em Portugal o capitalismo monopolista e financeiro; os mesmos que põem Portugal a reboque do imperialismo/NATO fornecendo-lhe tropa para ocupar o Afeganistão; os mesmos que depauperaram os trabalhadores piorando drasticamente a repartição do rendimento nacional; os mesmos que defenderam e defendem projectos ruinosos como a construção de estádios para o jogo da bola ou de um novo aeroporto inútil; os mesmos que carpinteiraram o PEC a fim de tentar disfarçar o descalabro e agravar ainda mais a situação; os mesmos que conduziram ao actual estado de estagnação económica (crescimento previsto do PIB de 0,3% em 2010); estes mesmos indivíduos fingem-se agora muito surpreendidos quando as agências de rating degradam a classificação portuguesa. São eles os dirigentes do PS, PPD/PSD & CDS. Eles falam em "contágio" da Grécia. Mas a peste está neles, não nos gregos.

    Retirado de resistir.info

    Quinta-feira, 20 de Maio de 2010

    TRIBUTO (NÃO) SOLIDÁRIO

    José Casimiro

    O desemprego é um drama social que constitui em si uma autêntica violência. Num momento de enorme gravidade em que o desemprego continua a aumentar, situando-se neste momento em 10,6%, quase 600 mil desempregados, segundo as estatísticas oficiais do INE.1

    Sócrates e Passos Coelho querem politizar e ideologizar este drama social, fazendo recair sobre os trabalhadores o preço da crise que não provocaram.

    Com os PEC's o governo Sócrates/Passos Coelho pretende "poupar" 289 milhões de euros, até 2011, nos apoios sociais.

    Pretende-se colocar no terreno uma visão assistencialista em relação ao subsídio de desemprego como se os trabalhadores não descontassem e contribuíssem para ele, e no caso do PSD uma submissão ao "Estado ou ao senhor", pagando um tributo como no feudalismo, trabalhando de borla como um factor "inclusivo e solidário", quando na verdade do que se trata é de violência social pura contra o desempregado.

    "TRIBUTO - "Quantia que um Estado dependente pagava a outro como prova da sua submissão. (...) Contribuição paga pelo povo a um senhor ou ao Estado, em especial durante o feudalismo. (...)".2

    Sob o pretexto do "incentivo ao retorno ao emprego", como se os empregos estivessem ao voltar da esquina, PS e PSD estigmatizam o desempregado perante a sociedade como o "malandro que não quer trabalhar" que recebe o subsídio de desemprego dos mais "generosos" da U.E., escondendo que as condições ou as regras que impõe são das mais exigentes e difíceis para obter o subsídio.

    "Ninguém prefere estar sem trabalhar para estar sem trabalhar para estar a receber subsídio de desemprego", "...qualquer comparação internacional deve levar em conta as disparidades salariais e de poder de compra entre Portugal e a Europa.". 3

    O subsídio de desemprego é um direito. O trabalhador desconta e contribui com 5,22%, pelo que tem direito à protecção social numa situação de desemprego. Registe-se que no período 2000-2010, as receitas para pagar o subsídio de desemprego serão superiores às despesas em 1.283,2 milhões de euros, mesmo tendo em conta que nas despesas consideradas estão incluídos valores que não deviam ser pagos com as contribuições e descontos destinados ao pagamento de subsídios de desemprego, como sejam os apoios às empresas, que em 2010 deverão ser superiores a 600 milhões de euros.

    Sabendo-se que o desemprego é uma das causas principais da pobreza, as alterações agora preconizadas têm impactos negativos na qualidade do emprego e no salário, determinando o aumento da pobreza em Portugal.

    Num contexto, em que o desemprego se agrava e existindo uma franja significativa de desempregados que não são cobertos pelas prestações de desemprego - mais de 200 mil desempregados em Março, o governo aprova normas restritivas de acesso ao subsídio de desemprego que, na prática, reduzem o seu valor - ao ser criado um novo limite máximo, 75% do salário líquido, visando obrigar os desempregados a aceitar empregos a qualquer preço. Em média os montantes médios do subsídio de desemprego são de 466 euros e com as alterações que o governo pretende introduzir, os trabalhadores com salários acima de 574 euros poderão ser penalizados, o que é inaceitável.

    Os impactos destas medidas induzem uma redução generalizada e estratégica dos salários.

    Por outro lado, a situação poderá agravar-se ainda mais se o governo assumir a eliminação das medidas "anti-crise sociais e de apoio às empresas" que incluiu a diminuição do prazo de garantia de 450 dias para 365 dias para se poder ter acesso ao subsidio de desemprego, a condição de recursos, e as medidas constantes da Iniciativa de Emprego.

    Um tributo social muito pesado que não queremos pagar!

    José Casimiro

    1 Estatísticas oficiais do INE do 1.º trimestre de 2010, publicadas no dia 18 de Maio de 2010

    2 Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea - Academia das Ciências de Lisboa - Edições Verbo

    3 Prof. Monteiro Fernandes, ao suplemento de economia do "Sol" de 16 de Abril.

    nota: retirado do net-esquerda

    Quarta-feira, 19 de Maio de 2010

    CHÁ DO DESERTO GRAAL

     

    RASD
    Encontro com Haddu Ahmed Fadel, Deputada e Membro da Comissão Política do Parlamento
    da República Árabe Saharaui Democrática (RASD) – o papel da Mulher Saharaui na organização dos acampamentos de refugiados e na luta pela resistência e libertação nacional.

    Por iniciativa da AJPaz - Acção para a Justiça e Paz, Associação de Amizade Portugal – Sahara Ocidental, Associação Lusofonia, Cultura e Cidadania, Associação Seres, Associação Solidariedade Imigrante, CIDAC, Engenho e Obra, GRAAL(*), Jornal Mudar de Vida, plataforma Marcha Mundial das Mulheres,  SOS Racismo, Tribunal do Iraque, UMAR e UMAR - Açores [subscritoras iniciais, aberto a outras organizações],  realiza-se no próximo dia 20 de Maio (Quinta-Feira), pelas 20h, no Terraço do GRAAL — Rua Luciano Cordeiro, 24, 6ºA – Lisboa — um encontro com Haddu Ahmed Fadel, Deputada e Membro da Comissão Política do Parlamento da República Árabe Saharaui Democrática (RASD).
    O encontro pretende dar a conhecer a situação da mulher saharaui nos acampamentos de refugiados e nas zonas do Sahara Ocidental ocupadas por Marrocos, o seu importante papel na organização dos refugiados e na luta pela independência daquela que é a última colónia de África e que espera — e desespera —, que a Nações Unidas promovam a realização do referendo de autodeterminação, tal como foi estabelecido entre as partes em conflito – o Reino de Marrocos e a Frente POLISARIO — e a própria ONU em 30 de Agosto de 1988, através da aprovação do Plano de Paz para o território; e, posteriormente, com a criação e instalação da Missão das Nações Unidas para o Referendo no Sahara Ocidental, em 29 de Abril de 1991.
    DIVULGA E APARECE!
    Graal
    Rua Luciano Cordeiro, 24, 6ºA - 1150/215 Lisboa Portugal
    Tel. 213546831; Fax 213142514
    terraço@graal.org.pt
    Ou
    Associação de Amizade Portugal-Sahara Ocidental
    0145360801@netcabo.pt
    Portugal.sahara@gmail.com
    (*) O Graal é um movimento internacional de mulheres motivadas pela procura espiritual e empenhadas na transformação do mundo numa comunidade global de justiça e paz, conforme o sentido simbólico da lenda que deu origem ao nome do movimento.

    Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

    CAMPANHA PELA NÃO DISCRIMINAÇÃO

    UE PETIÇÃO

    Campanha pela “Não Discriminação” – No início de Setembro a Amnistia Internacional Portugal lançou uma campanha pela aprovação da Directiva Europeia Anti-Discriminação, proposta pela Comissão Europeia em Julho de 2008. O documento, que se encontra em aprovação na União Europeia, só é aceite com o consentimento dos 27 Estados-membros e até agora a Alemanha tem estado a bloqueá-la. O objectivo da Directiva é estender o princípio da igualdade de tratamento a todas as áreas e a todas as pessoas, pois até hoje existem apenas directivas específicas: para a igualdade racial, para a igualdade de género e para o mercado de trabalho. A nova Directiva aplica-se a todos os tipos de discriminação e a diversas áreas, como a saúde, educação, acesso a bens e serviços, entre outros. Vamos pedir à Alemanha que termine o bloqueio à Directiva, antes que esta seja discutida no Conselho da União Europeia que irá decorrer no próximo dia 7 de Junho. Assine a petição e participe no jogo disponível no mesmo local, para compreender melhor como a Directiva é importante.