Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
COM ORGULHO E ALEGRIA, PALESTINOS CELEBRAM DIA DA DIGNIDADE
O que é mais arriscado, a paz ou a guerra? O que é mais perigoso para palestinos e israelitas: o ódio mútuo alimentado pela morte e a violência ou a aposta humanista numa reconstrução generosa dos laços e valores compartilhados que sustentam convivência fraterna entre as nações? A quem interessa um povo palestino humilhado, expropriado em seus direitos, fragmentado em lotes territoriais, cindido em facções, que o enfraquecem enquanto nação mas ao mesmo tempo convidam ao desespero da acção unilateral pelas armas? A quem interessa uma Israel prisioneira de uma agenda bélica, asfixiada pelo orçamento da guerra, intoxicada por uma cultura de perseguição que apequena sua subjectividade e afecta a qualidade de vida e o futuro de seus jovens, além de legitimar governantes toscos que, definitivamente, não representam o povo judeu naquela que é a sua maior riqueza: a densidade e a alegria humanista que sempre o distinguiu em todos os campos da civilização? Depois de décadas de impasses, em que a sua sorte foi jogada nos campos de batalha e em mesas de negociação nas quais a sua existência enquanto povo foi tratada como objecto e não como sujeito histórico, a nação palestina resolveu olhar para frente porque é lá que se encontra a paz. E a paz é a única fronteira que unifica a pátria palestina e a pátria israelita.
Ao levar à ONU directamente, sem intermediários, como cabe a um povo dotado de legitimidade e autodeterminação, seu pleito pelo reconhecimento do Estado soberano, o que os palestinos estão dizendo é que o futuro do Oriente Médio não está na diáspora, nem no confinamento, tampouco na negação mútua de sonhos e direitos. Estão dizendo que a convivência realmente fraterna entre árabes e judeus, e entre os próprios judeus e os próprios palestinos passa por acordos e concessões mútuas. Mas, acima de tudo, passa pela mais importante das transformações que a história agendou para agora: assumirem juntos a construção de seu próprio destino, afastando a influencia nefasta de interesses económicos expansionistas e imperiais, bem como de seus aliados internos e regionais que representam, no fundo, o grande obstáculo ao florescimento de uma verdadeira primavera da liberdade e da justiça social no Oriente Médio. Neyse histórico 23 de Setembro de 2011, Carta Maior saúda a festa de libertária de todos os povos condensada na festa contagiante da nação palestina, cuja soberania, definitivamente, conquistou seu lugar nos corações e mentes dos democratas de todo o mundo. E isso nenhum veto imperial pode reverter. (Carta Maior)
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011
CHEGOU O TEMPO DA PRIMAVERA PALESTINA
"Nos últimos anos temos batido em todas as portas e recorrido a todos os caminhos; esperamos um papel activo da ONU para a paz na nossa região. Há que conquistar direitos e legitimidade para os palestinos...Não queremos isolar Israel, queremos conquistar legitimidade para o povo da Palestina...Estendemos a nossa mão ao governo israelita e ao seu povo para lograr a paz; construamos pontes em lugar de controles e muros..Não creio que ninguém que tenha consciência possa negar a nossa petição de ser um Estado independente. É inaceitável: somos o último povo que vive sob uma ocupação...Depois de 63 anos de sofrimento chegou a hora de decidir: já basta, já basta e basta! Chegou o tempo da primavera palestina: a hora da independência. Temos um objectivo: ser. E seremos! Chegou a hora para o meu valente povo viver livre num Estado independente"
(Presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, na ONU em defesa da criação do Estado Palestino)
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
PELO RECONHECIMENTO DO ESTADO PALESTINIANO
No quadro da anunciada iniciativa da Organização de Libertação da Palestina de requerer o reconhecimento do Estado palestiniano como membro das Nações Unidas, 50 organizações portuguesas subscreveram um abaixo-assinado apelando «ao Governo Português para que, em obediência ao disposto no art. 7º da Constituição da República e aos princípios consagrados na Carta das Nações Unidas, apoie em todos os fóruns internacionais e em particular no Conselho de Segurança e na Assembleia Geral da ONU, o reconhecimento do Estado da Palestina – com fronteiras nos territórios ocupados em 1967, incluindo Jerusalém Leste – como membro de pleno direito da Organização das Nações Unidas». Confira aqui
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ARISTIDES PEREIRA, UM DOS FUNDADORES DO PAIGC, MORREU COM O SONHO CUMPRIDO
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
DIA DA INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ BISSAU
Noticia publicada por Rostos.pt, aqui
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sábado, 17 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
CONTRA O TERROR DA TROIKA E SEUS FÃS
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SOCORRO À BANCA DO EURO SINALIZA SALVAGUARDA À MORATÓRIA GREGA
Leia também 'O espectro da moratória percorre a Europa'
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quarta-feira, 7 de setembro de 2011
PEDRO AYRES, UM COMBATENTE DA LIBERDADE
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capitalismo em crise

































