Sexta-feira, 30 de Setembro de 2011
Sábado, 24 de Setembro de 2011
COM ORGULHO E ALEGRIA, PALESTINOS CELEBRAM DIA DA DIGNIDADE
O que é mais arriscado, a paz ou a guerra? O que é mais perigoso para palestinos e israelitas: o ódio mútuo alimentado pela morte e a violência ou a aposta humanista numa reconstrução generosa dos laços e valores compartilhados que sustentam convivência fraterna entre as nações? A quem interessa um povo palestino humilhado, expropriado em seus direitos, fragmentado em lotes territoriais, cindido em facções, que o enfraquecem enquanto nação mas ao mesmo tempo convidam ao desespero da acção unilateral pelas armas? A quem interessa uma Israel prisioneira de uma agenda bélica, asfixiada pelo orçamento da guerra, intoxicada por uma cultura de perseguição que apequena sua subjectividade e afecta a qualidade de vida e o futuro de seus jovens, além de legitimar governantes toscos que, definitivamente, não representam o povo judeu naquela que é a sua maior riqueza: a densidade e a alegria humanista que sempre o distinguiu em todos os campos da civilização? Depois de décadas de impasses, em que a sua sorte foi jogada nos campos de batalha e em mesas de negociação nas quais a sua existência enquanto povo foi tratada como objecto e não como sujeito histórico, a nação palestina resolveu olhar para frente porque é lá que se encontra a paz. E a paz é a única fronteira que unifica a pátria palestina e a pátria israelita.
Ao levar à ONU directamente, sem intermediários, como cabe a um povo dotado de legitimidade e autodeterminação, seu pleito pelo reconhecimento do Estado soberano, o que os palestinos estão dizendo é que o futuro do Oriente Médio não está na diáspora, nem no confinamento, tampouco na negação mútua de sonhos e direitos. Estão dizendo que a convivência realmente fraterna entre árabes e judeus, e entre os próprios judeus e os próprios palestinos passa por acordos e concessões mútuas. Mas, acima de tudo, passa pela mais importante das transformações que a história agendou para agora: assumirem juntos a construção de seu próprio destino, afastando a influencia nefasta de interesses económicos expansionistas e imperiais, bem como de seus aliados internos e regionais que representam, no fundo, o grande obstáculo ao florescimento de uma verdadeira primavera da liberdade e da justiça social no Oriente Médio. Neyse histórico 23 de Setembro de 2011, Carta Maior saúda a festa de libertária de todos os povos condensada na festa contagiante da nação palestina, cuja soberania, definitivamente, conquistou seu lugar nos corações e mentes dos democratas de todo o mundo. E isso nenhum veto imperial pode reverter. (Carta Maior)
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Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011
CHEGOU O TEMPO DA PRIMAVERA PALESTINA
"Nos últimos anos temos batido em todas as portas e recorrido a todos os caminhos; esperamos um papel activo da ONU para a paz na nossa região. Há que conquistar direitos e legitimidade para os palestinos...Não queremos isolar Israel, queremos conquistar legitimidade para o povo da Palestina...Estendemos a nossa mão ao governo israelita e ao seu povo para lograr a paz; construamos pontes em lugar de controles e muros..Não creio que ninguém que tenha consciência possa negar a nossa petição de ser um Estado independente. É inaceitável: somos o último povo que vive sob uma ocupação...Depois de 63 anos de sofrimento chegou a hora de decidir: já basta, já basta e basta! Chegou o tempo da primavera palestina: a hora da independência. Temos um objectivo: ser. E seremos! Chegou a hora para o meu valente povo viver livre num Estado independente"
(Presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, na ONU em defesa da criação do Estado Palestino)
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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011
PELO RECONHECIMENTO DO ESTADO PALESTINIANO
No quadro da anunciada iniciativa da Organização de Libertação da Palestina de requerer o reconhecimento do Estado palestiniano como membro das Nações Unidas, 50 organizações portuguesas subscreveram um abaixo-assinado apelando «ao Governo Português para que, em obediência ao disposto no art. 7º da Constituição da República e aos princípios consagrados na Carta das Nações Unidas, apoie em todos os fóruns internacionais e em particular no Conselho de Segurança e na Assembleia Geral da ONU, o reconhecimento do Estado da Palestina – com fronteiras nos territórios ocupados em 1967, incluindo Jerusalém Leste – como membro de pleno direito da Organização das Nações Unidas». Confira aqui
Imagem daqui
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ARISTIDES PEREIRA, UM DOS FUNDADORES DO PAIGC, MORREU COM O SONHO CUMPRIDO
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Segunda-feira, 19 de Setembro de 2011
Domingo, 18 de Setembro de 2011
DIA DA INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ BISSAU
Noticia publicada por Rostos.pt, aqui
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Sábado, 17 de Setembro de 2011
Sexta-feira, 16 de Setembro de 2011
CONTRA O TERROR DA TROIKA E SEUS FÃS
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SOCORRO À BANCA DO EURO SINALIZA SALVAGUARDA À MORATÓRIA GREGA
Leia também 'O espectro da moratória percorre a Europa'
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Quarta-feira, 7 de Setembro de 2011
PEDRO AYRES, UM COMBATENTE DA LIBERDADE
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capitalismo em crise
































