Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

PETRÓLEO IRAQUIANO PARA REFUGIADOS IRAQUIANOS

As receitas do petróleo iraquiano devem ser destinadas aos refugiados iraquianos. Mais de 4,5 milhões de iraquianos – um quinto da população – foi deslocada dentro e fora do país devido à ocupação e aos governos ali instalados desde a invasão ilegal em 2003.
A comunidade internacional, os poderes ocupantes e o governo no Iraque devem legalmente apoiar e proteger os refugiados iraquianos. Os refugiados são cidadãos iraquianos iguais aos outros e têm o pleno direito de viver com dignidade, de beneficiar igualmente dos recursos nacionais e de retornar aos seus lares.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas tem o poder e o dever legal de assegurar que as necessidades dos refugiados iraquianos sejam atendidas. Basta aprovar uma resolução a exigir que o estado iraquiano destine receitas a agências responsáveis e aos países que abrigam os refugiados. Assine a petição on line aqui

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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

BUSH, A MÍDIA CORPORATIVA E OS PAÍSES ARRASTADOS PARA A GUERRA

Sob auspícios da Casa Branca, Exxon Mobil, Shell, Total, BP, Chevron voltam aos campos de petróleo dos quais foram expulsas há 36 anos, por Sadam Hussein
À medida em que se aproxima o fim do governo Bush, crescem as denúncias contra o actual governo norte-americano em relação às causas reais da invasão do Iraque e do assassinato de centenas de milhares de inocentes civis e crianças naquele país, em acção na qual os EUA arrastaram juntos a Inglaterra, Espanha, Portugal, Itália, Japão, Coreia do Sul e mais de duas dezenas de outros países – todos directa ou indirectamente dependentes da Casa Branca, além da mídia impressa e radiotelevisão corporativa mundial.
Entre as últimas acusações está a do porta-voz do establishment ocidental e líder no apoio ao discurso mentiroso de Bush para invadir o Iraque, o secular jornal The New York Times, que agora tenta posicionar-se à distância do conflito, já é considerado por muitos estudiosos de guerra crime contra a humanidade.
O vetusto jornal acaba de publicar que petrolíferas ocidentais, sob auspícios da Casa Branca, fecharam sem licitação contratos, que as colocam de volta ao Iraque, 36 anos após perderem suas concessões de petróleo para a nacionalização, incrementada por Saddam Hussein.Confira aqui