Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

domingo, 4 de novembro de 2007

CPLP E A LIVRE CIRCULAÇÃO DE PESSOAS E BENS


A possibilidade de as populações dos Estados-membros da CPLP poderem circular livremente pelos oitos países da organização está ainda longe de se concretizar, pelo que há ainda um longo caminho a percorrer, afirmou hoje o secretário-executivo da comunidade. "É natural que o caminho seja longo. Nunca se previu que fosse um caminho curto. Ao fim ao cabo, ele acaba por conduzir a determinadas barreiras que têm de ser demolidas ou então circundadas, designadamente as legislações de cada um dos Estados-membros", disse Luís Fonseca.

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