Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

CONFERÊNCIA DE BALI: O MUNDO REQUER ACÇÃO


As reuniões de negociações entraram ontem, quinta-feira, pela noite dentro. Foram interrompidas pelas 3 da madrugada (hora de Bali) e recomeçaram hoje de manhã pelas 10h.
Os EUA continuam inflexíveis sobre a existência de metas quantificadas de redução para os países desenvolvidos, facto que a União Europeia e os países em desenvolvimento consideram essencial ficar no decisão final da Conferência de Bali.
O Mandato de Bali deve ir de encontro às evidências científicas e dar uma resposta a estas: é necessário que os países desenvolvidos reduzam as suas emissões de gases de efeito de estufa em 25-40% entre 1990 e 2020 e este é igualmente um ponto controverso em discussão. Esta é também a posição das organizações não overnamentais de ambiente aqui presentes.
Ontem, quinta-feira, para além das críticas de Al Gore, a pressão sobre os EUA começou a subir.Confira aqui

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