Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

UMA VILEZA COM A CUMPLICIDADE DE UM GOVERNO AUTO-INTITULADO DE ESQUERDA


Mal iria a esquerda, neste ou em qualquer país do mundo, quando optasse por cumplicidades vergonhosas e desrespeitadoras da dignidade dos cidadãos. Estou a referir-me a mais uma prepotência da CGA, com a passividade e a cumplicidade do governo,ao obrigar a cidadã Ana Maria Brandão,de 43 anos de idade, funcionária administrativa, a retomar as suas funções, na Junta de Freguesia de Vitorino de Piães, como se ela tivesse abusivamente prolongado as suas férias no Hawai.
Segundo o Portugal Diário, esta senhora sofre de lombalgia e cervicalgia degenerativas. O neurocirurgião Joaquim Couto Reis, considera que a doença de Ana Maria Brandão é "crónica" e a "incapacita" para o exercício da sua actividade profissional.
O País político assiste com uma passividade confrangedora a uma total violação dos direitos humanos.
É a altura de dizermos BASTA e agirmos em conformidade .


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