Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

TODO O ESTADO COM ARMAS NUCLEARES É, POR DEFINIÇÃO, TERRORISTA



A verdadeira razão para a instalação da Defesa contra Mísseis Balísticos (DMB) que os Estados Unidos querem instalar na Polônia e na República Checa é o desejo perverso do Estados Unidos de estar em condições de fazer e ganhar a guerra nuclear.
Cada Estado que tenha armas nucleares é, por definição, um Estado terrorista. Se houvesse verdadeira guerra contra o terror, a abolição das armas nucleares seria a prioridade.
Se os Estados Unidos alguma vez colocar em prática sua política terrorista o resultado será pior do que o que milhares de Bin Laden poderiam causar. Estar-se-ia na presença de um mega-terrorismo
O principal problema da humanidade não é a proliferação nuclear e, portanto, não é o Iraque nem o Irão.
O verdadeiro problema é a própria existência de armas nucleares.
O que diz realmente o vinculativo Tratado de Não-proliferação Nuclear é que a proliferação a países não-nucleares deve deter-se como contrapartida pela abolição dos arsenais nucleares das potências nucleares.
Estados Unidos, Rússia, França, China, Israel, Paquistão, Índia e Reino Unido são o problema, não o Irão nem o Iraque, nem a Coréia do Norte. Confira
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