Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

quinta-feira, 6 de março de 2008

MOÇAMBIQUE JAZZ FESTIVAL


O Moçambique Jazz Festival, como é denominado o evento, é uma espécie de “branch” do Festival Internacional de Jazz da Cidade do Cabo, na África do Sul, cujos responsáveis afirmam querer transmitir ao país, dadas as potencialidades culturais, turísticas e económicas que apresenta, a sua experiência na promoção de realizações culturais do género. O festival será anual e será movimentado simultaneamente em dois palcos, sempre no primeiro fim-de-semana de Abril
OS agrupamentos norte-americanos The Manhattans e Pieces of a Dream, os artistas moçambicanos Jimmy Dludlu, Moreira Chonguiça, Ottis, Stewart, Irinah, Salimo Mohamed, a cantora sul-africana Judith Sephuma, para além do agrupamento Freshly Ground (também da África do Sul e onde toca o guitarrista moçambicano Julinho) serão as atracções do primeiro Festival de Jazz de Moçambique, que terá lugar em Abril na Matola (excerto, retirado do Noticias-Maputo)Confira aqui

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