Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

quinta-feira, 20 de março de 2008

A POLICIA TENTA INTIMIDAR MANIFESTANTES


Cerca das 11 horas da manhã do dia 20, a polícia tentou impedir que um grupo de pessoas colocasse faixas contra a guerra no Iraque em frente da embaixada dos EUA em Lisboa. Os activistas que ali se deslocaram – do Conselho da Paz, do Tribunal-Iraque, de Os Verdes e do Comité Mumia Abu Jamal – foram intimados a identificar-se, mas não cederam à pressão dos polícias e acabaram por pendurar, num viaduto fronteiro à embaixada, duas faixas onde se exigia a retirada das tropas ocupantes do Iraque e em que se evocavam os 5 anos de resistência do povo iraquiano. A acção insere-se num conjunto de actividades a levar a efeito por ocasião da data.Confira aqui

Sem comentários: