Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

segunda-feira, 19 de maio de 2008

EM 19 DE MAIO DE 1895 MORRE EM COMBATE JOSÉ MARTI


Era um homem pequeno, mirrado mesmo, não tinha nenhum porte militar que o comparasse a Simon Bolívar, a San Martin ou ao general Sucre, os famosos primeiros libertadores da América. Ao contrário deles, José Martí(1853-1895), apóstolo e mártir da independência de Cuba, vinha de uma família modesta de espanhóis e perfilou-se como um intelectual, um professor, um poeta, um homem de idéias. Sua figura acanhada não inibiu sua imensa energia frente ao desafio de por fim ao domínio espanhol, no Novo Mundo, ou que se tornasse um dos maiores ideólogos do latino-americanismo. Confira aqui
IMAGEM DAQUI

1 comentário:

Pedro Ayres disse...

Caro Agry

É sempre útil a gente lembrar de pessoas como José Martí, torna-nos na real dimensão e faz-nos pensar que ainda temos muito o que fazer. Agry, o teu blog têm o que me é fundamental, a lembrança de outros tempos e a beleza plásticas de paisagens e de pessoas. É um privilégio poder visitá-lo.