Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

domingo, 22 de junho de 2008

A UE E OS MESMOS, DO COSTUME


A União Européia decidiu revogar as sanções, que impôs a Cuba
As injustas medidas da UE foram impostas em 2003, sob pretexto da detenção, por parte de Cuba, de 75 contra-revolucionários, pagos e protegidos pelo governo dos EUA para subverter a ordem política, econômica e social da Ilha.
As sanções incluíam, entre outras questões, limitar as visitas governamentais, reduzir a participação européia nos eventos culturais em Cuba e convidar os contra-revolucionários às recepções organizadas por motivo das festividades nacionais dos estados-membros da UE.
Além de invalidar as sanções, a UE tem por objetivo reactivar o diálogo político com Havana.
“Os ministros de Assuntos Exteriores dos 27 países decidiram, unanimemente, suspender definitivamente as medidas de 2003 e dar início a uma nova etapa de diálogo, que não esteja condicionada nem limitada por medidas, que o governo espanhol pensa que nunca serviram e, inclusive, foram contraproducentes”, manifestou o ministro da diplomacia espanhola numa entreevista coletiva.
Em Washington, entretanto, os imbecis do costume, ficaram desiludidos. “Não concordamos em que a União Européia ou qualquer outro agrupamento anule as sanções neste momento”, declarou o porta-voz do Departamento de Estado, Tome Casey. “Não vamos apoiar a flexibilização destas restrições por parte da UE ou nenhum outro”, acrescentou.Confira aqui

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