Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

sábado, 12 de dezembro de 2009

SER UMA IMIGRANTE BRASILEIRA TEM UMA CONOTAÇÃO SEXUAL FORTE


O Brasil colabora para a construção do imaginário colectivo da mulher brasileira fácil. Muitas pessoas pensam que a liberdade permitida no sambódromo se estende à vida quotidiana As brasileiras imigrantes se proíbem de usar roupas que elas usariam normalmente no Brasil para não serem vistas com nariz torto. Conclusões de uma brasileira imigrante, em Lisboa há dois anos,que fez da experiência sua dissertação de mestrado em Artes Visuais e Intermédia na Universidade de Évora.
Apesar de não chamar tanta atenção quanto uma mini-saia na Uniban, seu trabalho tem feito muitos portugueses e brasileiros pensarem no assunto. Leia aqui
IMAGEM DAQUI

2 comentários:

Ximbitane disse...

Recentemente vi uma reportagem sobre essa conotaçao e nao é que é verdade? Pobres brasileiras!

Chacate Joaquim disse...

Ximbi, creo que haja razões culturais porque há formas de estar que tem significados diferentes em outros pontos do mundo! o melhor procurar um inserção patronizada...