Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

domingo, 3 de junho de 2012

BORGES E A URGÊNCIA NA DIMINUIÇÃO DE SALÁRIOS

O TRIS TE BANCO AMERICANO E BORGES
O correspondente financeiro do Le Monde em Londres lançou em Lisboa o livro "O Banco - Como o Goldman Sachs dirige o mundo" e falou do ex-gestor do banco a quem Passos Coelho entregou o dossier dos negócios das privatizações. António Borges, que em 2011 recebeu do FMI 225 mil euros livres de impostos, veio esta semana defender mais cortes nos salários.
A obra denuncia as relações estreitas entre a banca e o poder. O correspondente do Monde considera que António Borges, ex-quadro da Goldman Sachs e ex-director do FMI para a Europa, surge neste tabuleiro como um peixe pequeno, mas que levanta sérias reservas tendo em conta a tarefa que tem agora em mãos.
É esta tralha, sem decoro, sem ética, que decide o presente e o futuro de milhões de cidadãos.

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