Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

OS IRREDUTÍVEIS DEFENSORES DO IMPÉRIO AMERICANO


Os subservientes defensores da "democracia" faz-de-conta
denunciam os conflitos de interesses em que estão
atolados, no quotidiano das suas vidas de farmeiros travestidos de governantes de países libertos do eixo- do -mal e refugiam-se nos braços do amigo americano
Mergulhados até às virilhas no cinismo pérfido e na traição aos trabalhadores e ao país, vagueiam a sua desfaçatez no circo da politica internacional dando vivas à democracia(?)

O embaixador da República Checa em Portugal, Ladislav Skerik, disse à Lusa que o seu país não vai estar representado "ao mais alto nível" na II Cimeira UE/África, prevista para Dezembro, em Lisboa.
Questionado sobre se houve alguma concertação de posições com os britânicos nesta matéria, o diplomata checo respondeu que não, mas afirmou que "em matérias de segurança e de direitos humanos" o país "segue muito as posições do Reino Unido e dos EUA" e que, no "caso concreto, é isso que irá acontecer".
Quando questionado sobre a importância desta cimeira para o seu pais, Ladislav Skerik foi taxativo: "muito pouca".África representa para a República Checa apenas cerca de meio por cento do seu comércio externo e a politica de relações com África "não é uma prioridade", acrescentou.

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