Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

UNITA LANÇA DÚVIDAS SOBRE A REALIZAÇÃO DE ELEIÇÕES



A UNITA levantou hoje dúvidas sobre a realização das eleições legislativas em Angola no próximo ano por ter verificado que o Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2008 não contempla verbas para o efeito. "Onde está a verba para as eleições, para as brigadas eleitorais e para os partidos políticos", questionou Daniel Domingos "Maluka", vice-presidente da banca parlamentar da UNITA, o maior partido da oposição angolana.O parlamentar falava no plenário da Assembleia Nacional que debate do Orçamento Geral do Estado para o próximo ano, avaliado em 2,5 mil milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros), tendo defendido que o documento deve conter verbas que garantam o escrutínio do próximo ano

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