Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

SIMONE COMPLETARIA HOJE CEM ANOS


Hoje Simone faria cem anos se fosse viva
"Não importa saber até que ponto o pensamento de Beauvoir é correcto ou não.Mais relevante é aceitar-lhe o desafio: através da leitura, aproveitar a oportunidade de trocar ideias, de se tornar disponível às experiências dos outros,, para não absorvê-las ou rejeitá-las, mas para, reconhecendo criticamente as diferenças individuais, salvaguardar o máximo possível a essencial liberdade de cada um" Leia aqui

A atualidade do pensamento de Beauvoir é detectada em sua perspicácia para desmascarar relações de poder (não apenas entre os gêneros) e estratégias de marginalização. Muito provavelmente nem A Dominação Masculina, de Pierre Bordieu, nem a discussão sobre gêneros da norte-americana Judith Butler existiriam sem o caminho trilhado anteriormente por Simone de Beauvoir. Confira aqui

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