Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

quarta-feira, 23 de julho de 2008

DEMOCRATIZAÇÃO


Palavras para quê?

4 comentários:

Anja Rakas disse...

A democratização falsa se assemelha a um coração suspiramente silencioso.
Tudo na vida se assemelha a essa imagem...o poder, o direito, todos praticados pela inércia e incapacidade.

P.S. Hoje...escrevo pouco pois a alma pesa.

Beijos

AGRY disse...

Pessoa escrevia, a propósito da alma e da inércia. Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.
O silêncio não será, certamente, a melhor forma de avisar os destinatários da tirania que nos persegue.
Vamos soltar a alma e diminuir-lhe o peso
Beijos

Anja Rakas disse...

E de repente me arranhas um sorriso da face cor de café com leite.

Com certeza, durante a noite de hoje, soltarei a Alma, que fielmente irá de encontro a todos cantos recônditos do meu corpo maltratado.

Obrigada.

Beijos

AGRY disse...

a alma finalmente liberta, surpreenderá o rosto temperado de rosas e pensará refugiar-se no baú das recordações excitantes
Beijos