Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

quarta-feira, 9 de julho de 2008

A CULTURA TEM PROJECTADO CABO VERDE NO MUNDO


O primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria Neves, afirmou, em Coimbra (Portugal), que a cultura, em especial a música e a poesia, tem projectado Cabo Verde no mundo "mais do que qualquer governo", informou o Semanário Online.
"A primeira embaixadora de Cabo Verde no mundo é a Cesária [Évora]", exemplificou José Maria Neves, ao intervir, segunda-feira, no lançamento da antologia de poesia inédita cabo-verdiana. "Destino de Bai", antologia organizada por Francisco Fontes, reúne 32 autores, incluindo José Maria Neves.
"Destino de Bai" (Destino de partir), que teve ontem, em Coimbra, a sua primeira apresentação pública, no âmbito de um programa evocativo do 33º aniversário da independência de Cabo Verde, reúne colaborações de poetas residentes no país e na diáspora, nomeadamente em Portugal, Brasil, EUA, Suécia, França e Holanda.Confira aqui

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