Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

G4 E O CAPITALISMO FINANCEIRO




Os chefes de governo de quatro países europeus, reunidos em Paris a pretexto de serem os membros europeus do G8 (os oito países mais industrializados do Mundo) decidiram solenemente salvar a banca em dificuldades, mas não chegaram a anunciar nenhum plano de resgate europeu nos moldes do plano aprovado pelos Estados Unidos. Em vez disso, França, Grã-Bretanha, Alemanha e Itália decidiram que cada governo deve agir de acordo com os seus meios.
Nicolas Sarkozy, afirmou que os quatro países desejam realizar uma cimeira internacional o mais cedo possível para rever as regras do capitalismo financeiro. O presidente francês adiantou que "em caso de apoio público a um banco em dificuldades, cada país compromete-se a sancionar os dirigentes que falharam"
Entretanto,o presidente do Parlamento europeu, Hans-Gert Pottering, criticou o encontro entre os quatro líderes e afirmou que eles não têm poder para decidir por toda a União Europeia. Confira aqui

1 comentário:

Pedro Ayres disse...

Agry
Caro amigo, foi bom ter a tua visita. As férias sempre causam esse efeito.
Essas constituições deveriam ser leitura obrigatória em todas as escolas, aliás, concordo com Epicuro que via no conhecimento do direito uma forma de bem conviver.
E sobre o G4, é interessante quererem resolver uma crise estrutural financeira através dos mesmos mecanismos que a geraram. No fundo é apenas um modo de salvar algumas fortunas, como está a acontecer nos EEUU.
Um abraço