Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

ACOLHIMENTO DE PRISIONEIROS DE GUANTÁNAMO DIVIDE A UNIÃO EUROPÉIA?


Portugal foi o primeiro país da UE a se declarar disposto a receber prisioneiros, seguido até agora apenas pela Alemanha. A Holanda recusou categoricamente a possibilidade. Para os governos holandês e sueco, a responsabilidade sobre os prisioneiros é do país que os prendeu: os Estados Unidos. O governo da Dinamarca também deverá recusar ajuda.
Grande parte dos 250 detidos estão presos sem culpa formada
Num golpe de mágica, fontes ao serviço do Império alegam, cinicamente, que alguns poderão ser presos, e até mesmo torturados, caso voltem para seus países de origem, o que os obriga a pedir asilo a outras nações. Confira
aqui

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