Nós, da CONCP, queremos que nos nossos países martirizados durante séculos, humilhados, insultados, nunca possa reinar o insulto, e que nunca mais os nossos povos sejam explorados, não só pelos imperialistas, não só pelos europeus, não só pelas pessoas de pele branca, porque não confundimos a exploração ou os factores de exploração com a cor da pele dos homens; não queremos mais a exploração no nosso país, mesmo feita por negros. Lutamos para construir, nos nossos países, em Angola, em Moçambique, na Guiné, nas Ilhas de Cabo Verde, em S. Tomé, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. É para isso que lutamos. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”. AMILCAR CABRAL
segunda-feira, 27 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
A HISTÓRIA VOLTOU PARA AS RUAS
No plano político, o mundo vive também um período de turbulência, consequência directa dessa crise económica. Há apenas alguns meses, ninguém se atreveria a prever a eclosão de múltiplas revoltas populares em países do Oriente Médio, de África e, mais recentemente, da Europa. Governos que eram apontados como padrão de estabilidade, como é o caso do Egipto, foram obrigados a renunciar em poucas semanas. A guerra da Líbia levou os EUA e seus aliados europeus a se envolverem em mais um conflito armado na região mais instável do planeta. A combinação da instabilidade política com a crise económica constitui um caldo de cultura explosivo de consequências imprevisíveis. Na Europa, milhares de jovens estão saindo às ruas em diversos países em protesto contra o desemprego, a falta de perspectivas e a falência do sistema político tradicional. Nos últimos meses, as manifestações ruas multiplicaram-se pela Islândia, Grécia, Inglaterra, Espanha e Portugal, entre outros países.
Diante desse conjunto de problemas e da crise das representações políticas tradicionais, as ruas voltaram a ser um espaço de manifestação e debate público.
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terça-feira, 21 de junho de 2011
CARTA MANIFESTO DA MARCHA DAS VADIAS DE BRASILIA
No Brasil, marchamos porque aproximadamente 15 mil mulheres são estupradas por ano, e mesmo assim nossa sociedade acha graça quando um humorista faz piada sobre estupro, chegando ao cúmulo de dizer que homens que estupram mulheres feias não merecem cadeia, mas um abraço; marchamos porque nos colocam rebolativas e caladas como mero pano de fundo em programas de TV nas tardes de domingo e utilizam nossa imagem semi-nua para vender cerveja, vendendo a nós mesmas como mero objecto de prazer e consumo dos homens; marchamos porque vivemos em uma cultura patriarcal que acciona diversos dispositivos para reprimir a sexualidade da mulher, nos dividindo em “santas” e “putas…
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domingo, 19 de junho de 2011
INEVITABILIDADE
POEMA RETIRADO DAQUI
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sexta-feira, 17 de junho de 2011
O SILÊNCIO DOS INOCENTES
Professores deixaram de ser pagos para corrigir exames nacionais. Por cada prova corrigida os docentes recebiam cinco euros ilíquidos.
Pela primeira vez os cerca de seis mil professores recrutados para
corrigir os exames não vão ser pagos por esta tarefa. O Estado
poupa (rouba) assim quase 1,8 milhões de euros com este corte. Os
exames nacionais começam na segunda-feira e este ano devem
realizar-se 359 640 provas só na primeira fase. Apesar do descontentamento nenhum professor decidiu contestar esta decisão
em tribunal. Acreditam que o novo governo vai mudar estas regras. (o silêncio dos inocentes)
NOTA: Noticia publicada hoje pelo DN. O sublinhado é meu. Recordo apenas o carácter fraudulento e ilegítimo duma prática estatal destinada a obter mão-de-obra gratuita, uma espécie de escravatura do século XXI! Os exemplos são mais que muitos. Entretanto, o que é preciso mesmo é animar a malta.
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
ELEIÇÕES, OPINIÓLOGOS E ALTERNÂNCIA
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domingo, 5 de junho de 2011
A SALVAÇÃO DO MUNDO
Privatize-se tudo, privatize-se o o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos. E finalmente, para florão e remate de tanto privatizar, privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concurso internacional. Aí se encontra a salvação do mundo e, já agora, privatize-se também a puta que os pariu a todos.
José Saramago – Cadernos de Lanzarote – Diário III pág. 148
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ACONTECEU ONTEM NA PRAÇA DO ROSSIO, EM LISBOA
Mesmo perante as cargas policiais recusamos aceitar o roubo de horizontes para o nosso futuro. Pretendemos assumir o controlo das nossas vidas e intervir efectivamente em todos os processos da vida política, social e económica. Estamos a fazê-lo, hoje, nas assembleias populares reunidas. Apelamos a todas as pessoas que se juntem, nas ruas, nas praças, em cada esquina, sob a sombra de cada estátua, para que, unidas e unidos, possamos mudar de vez as regras viciadas deste jogo
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sábado, 4 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
MORREU ALBERTINA SISULU, ÍCONE DA LUTA CONTRA O "APATHEID"
Viúva do ex-secretário-geral do Congresso Nacional Africano (ANC), Walter Sisulu, e uma das mais respeitadas e amadas figuras do universo político da África do Sul, Albertina Sisulu, que era conhecida por "Mama Sisulu", dedicou grande parte da vida à luta contra o antigo regime do 'apartheid'.
Viveu durante mais de 10 anos em prisão domiciliária e passou vários períodos da sua vida de resistente nas cadeias sul-africanas
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
É URGENTE
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capitalismo em crise

































